Domingo deveria ser proclamado o “Dia da Ressaca”. Não é que, conscientemente, não saibamos que o é, mas deveria ser tornado oficial. Domingo. O dia em que o consumo de águas das pedras dispara para números históricos. Fruto da noite de sábado. Se o sábado é de mais, o domingo é de menos. Até os pássaros na rua parece que chilriam mais alto, de propósito, para estourar com os neurónios sobreviventes ao dilúvio de álcool a que o fÃgado foi sujeito.
Autêntico patê (se o corrector ortográfico não refila, é porque está bem escrito)! Na rua, fala-se da noite de ontem e revivem-se os momentos. Aqui em casa, só falta encontrar o tigre, o bebé e a puta da galinha!
Se no filme, os dois primeiros têm uma explicação lógica – sabemos de onde vêm – , a puta da galinha (gosto de chamar putas à s galinhas… sou assim! Não posso?) tem uma história incógnita. Ela aparece e vai aparecendo constantemente ao longo do filme (e da vida, porque não?) como sinal do caos, da desarrumação e da dessincronização total dos membros inferiores à s ordens do cérebro.
E enquanto aparecer a galinha nas nossas vidas, é sinal que estamos vivos! E se ressacamos… é sinal que p’rá semana há mais =)
Citando um amigo meu:
O álcool destrói os neurónios fracos. Quanto mais bebo, mais eles morrem. Quanto mais neurónios fracos morrerem, com maior proporção de neurónios fortes fico. E quanto maior é essa proporção, mais inteligente fico! Bebo para não ficar burro!
Para perceber a origem deste post, percebam o que estive a fazer sábado à noite.
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