Portugueses querem mulheres a combater
Estudo deixa claro que a população concorda com o incremento das mulheres militares

tropa
A maioria dos portugueses, 47,7%, quer ver as mulheres militares cada vez envolvidas em combates, segundo um inquérito ontem, quinta-feira, apresentado sobre as Forças Armadas. E pela negativa ficam-se 37,1% dos inquiridos.
O inquérito, da responsabilidade do Instituto de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), apresentado por Helena Carreiras e comentado por Maria Carrilho, visa “estudar, de um ponto de vista sociológico, as tranformações ocorridas nas Forças Armadas durante as duas últimas décadas”, segundo a introdução inserida no documento.
Com efeito, o estudo consubstanciado no inquérito enquadra-se na nova realidade das Forças Armadas produzida pelo fim do serviço militar obrigatório (SMO), em 2004, o surgimento da profissionalização das fileiras e de um quadro de novas missões no exterior, que surgiu com o fim da Guerra Fria, numa retrospectiva de duas décadas. Leia Mais »
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